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Como monitorar os sinais de doença nos cães idosos

Como monitorar os sinais de doença nos cães idosos

Quando o animal envelhece ele se torna mais sensível e começa a mudar muitos aspectos do seu comportamento padrão, tornando mais difícil detectar mudanças que podem ser consideradas sinais de doenças.


Conheça alguns aspectos a serem monitorados e saiba quando considerar uma visita ao veterinário.


•Consumo de alimentos e água:


Diminuições bruscas na frequência da alimentação, reações alérgicas, recusa a qualquer alimento e grandes alterações na quantidade de água consumida, para mais ou para menos, podem ser sinais de que seu animal precisa visitar um veterinário. Ele pode estar manifestando uma alergia ou intoxicação alimentar, rejeição ou irritação no estômago, entre outras doenças.


•Incômodo ao urinar ou defecar:


Se perceber que o animal sente incômodo ou dor ao urinar ou defecar, se aumentou ou diminuiu bruscamente a frequência e se mudou os hábitos, leve-o ao veterinário. Por exemplo: se o animal é acostumado a usar sempre o banheirinho e começa a fazer as necessidades em outros locais da casa, pode ser incontinência.


Também monitore o aspecto das fezes e urina, se estiver muito diferente, com consistência ou cheiro estranhos, é hora de fazer exames.


•Monitore o peso:


Além de prevenir obesidade, a prática de monitorar o peso pode denunciar ganho ou perda de peso bruscos e sem alteração na dieta, que pode ser consequência de doenças glandulares ou estomacais, por exemplo.


•Mudança de comportamento:


Tristeza, apatia, sono excessivo, menos obediência, mais facilidade de se assustar, ansiedade, entre outras mudanças podem ser sintomas de problemas até mesmo mais ligados ao psicológico do animal. Marque uma consulta se notar algo tão fora do padrão comportamental do seu amigo de quatro patas.


•Atividades motoras:


Em caso de perda de equilíbrio, lentidão, aspecto de dor, colapsos ou convulsões, é bom procurar um profissional. 


•Respiração:


Marque uma consulta se o animal ficar mais ofegante que o normal, se se cansar facilmente e, principalmente, se tiver tosses ou espasmos.


•Boca:


Fique de olho em excesso de baba, dentes escuros, gengivas arroxeadas ou muito claras, feridas, inchaços, mau hálito. Além de marcar uma consulta, considere uma limpeza de tártaro para melhorar o hálito do cão e reduzir as chances de doenças que usam a boca como “porta de entrada” para o organismo do cão.


A saúde dos nossos animais depende muito de nós, assim como a saúde dos bebês que ainda não falam e não conseguem explicar suas dores e sintomas. Fique sempre de olho, e ao notar alguma mudança comportamental ou sintoma de patologia, leve seu cão ou gato ao veterinário. Quando descobertas no início, as doenças podem ser mais facilmente combatidas. 

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